Mostrando postagens com marcador filmes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filmes. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Os Na'Vi somos nós

Avatar é um ótimo filme, sem dúvida. Eu pensava que ele era muito bossal, mas me enganei. É um recheado das melhores tecnologias e imagens e também audacioso. Não é de forma nenhuma revolucionário, mas é esperto.
Há uma mistura de três filmes em Avatar: 1492 - A Conquista do Paraíso; Matrix e Senhor do Anéis. Não explicitamente, o filme não é cópia barata de nada, mas alguns elementos eu identifiquei como correspondentes nesses três filmes.
Sabemos que a América Latina já foi chamada de Novo Mundo. Pandora é o que?! Nós, a América. Um povo que é acaba sendo submetido pela ganância de uma outro, a procura de ouro. Esta é aproximação com 1492. Cristovão Colombo são todos os humanos.
Mas não vou rebaixar o Cris... O capitão do exército e o maníaco capitalista são bem esteriotipados, regados a frases tolas (principalmentre o primeiro). É essa tolice que faz o filme continuar.
Em relação a Senhor dos Anéis, aquela coisa de unir todos os povos de Pandora é bem a saga SDA contra a força do mal que deseja todo o poder. E Matrix, se liga a Avatar de forma sutil, com aqueles plugis entre dois mundos, o enviado e mais uma vez, a luta contra algo implacável e malvado.
O filme tem um quê de audacia, pois faz uma leve (muito leve) critica a nós (super) humanos, mas como diz Cecil B. DeMille: Se você quiser passar uma mensagem, use um telegrafo. Jamos Cameron, diretor do nosso filme, deve estar pouco se lixando para o que cada um vai pensar, pois essa mensagem pseudo revolucionária é bem sutil e serve de uma base um pouco mais consistente para ótimas lutas, imagens e encantamento.
A probabilidade desse filme ganhar um Oscar são todas, é realmente muito bom.
Há duas coisas que me chamaram atenção nesse filme: o fato dos Naavi estarem conectados com todo o mundo deles, aquela união tão bonita entre fatores bióticos e abióticos e Sigourney Weaver (nunca fui com a cara dela, mas ela me cativou dessa vez.

Então, é isso aí.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Mudança de Hábito (2)

Não, não assisti Mudança de Hábito 2.
Este é o segundo post sobre esse maravilhoso filme!
Eu o assisti semana passada, antes da prova da UFF e hoje, antes da prova do ENEM, eu andei ouvindo umas músicas do filme!
Eu fico imaginando se um pseudointelectual de cinema, chegar pra mim e perguntar:

Qual seu filme favorito?
Junto de Casablanca?
Sim.
Ora, é Mudança de Hábito!

Enfim, vejo este filme desde que me entendo por gente (e isso é possível?), o tempo passa, e eu continuo empolgadona cantando as músicas! Não quero nunca que ele perca a graça!
Gente, vou colocar o vídeo de "Oh Maria!". Prestem atenção na Mary Lazarus, aquela que dirigia o coro ante a Mary (Van Cartier) Clarence! Muito engraçada!



Aqui está o 1º post que fiz do Sister Act

sábado, 28 de novembro de 2009

O Morro dos Ventos Uivantes.

Eu assisti a versão de 1939 com meu pai, pela 1ª vez, há tempos.
E fui revendo e renvendo e comprei o livro, mesmo nome, de Emily Bronte. Seu único livro.
Tão obcecada quanto os personagens eu li amarradona.
Daí que a história é um drama só. Mas acho um tanto incomum.
O amor não uma redenção, não faz de ninguém a melhor pessoa do mundo, boa e terna.
Eu acho meio difícil de entender a história. Você entende mas incomoda, fica meio perdido, aquela desgraça toda. E amor nada resolveu. Parece estar tudo no âmbito espiritual, além daquelas vidas e isso não é invenção minha, Emily pôs muita coisa do além em sua obra.
Heathcliff é um menino meio marginalizado pela casa que o acolheu. Principalmente pelo seu novo irmão.Somente seu novo pai e sua nova irmã o amam. Ele e ela desde crianças parecem ser chamados pelos ventos, a correrem pelos campos, a viver uma vida meio alheia às convenções inglesas. Tudo é quase perfeito até a morte do pai deles. Sozinhos no mundo, os dois sofrem as influências do preconceito, da busca das origens, do ódio, das cobranças da sociedade. Depois, é o que se segue...



No domingo passado, o canal Futura exibiu uma versão de 2009, realizada por uma TV inglesa. Líndissima! Uma ótima adaptação! A moça que faz Cathy é lindíssima!
Bem, a primeiva versão que vi foi aquela com Laurence Olivier, Merle Oberon e David Niven. Não é tão completa, mas mesmo assim, é linda!! Muito! Veja +
Há uma outra, de 1992, com o lindo Ralph Fiennes e Juliette Binoche. Não assisti, mas vou procurá-la! Veja +
De acordo com o adorocinema.com, há 3 versões anteriores do "Morro..." até esse de 1992. Vou procurá-las! SENHOR! Tem uma com o Timothy Dalton!















Daí é isso, gente!
Abraços da Marina!

OBS: Momento tenso! Quem teve uns tios goodtimes já devem ter ouvido a música Wuthering Heights da Kate Bush. Digo que é tenso, mas é muito legal gente! hahaha...

Desejo.

Sei lá, devo ter assistido este filme pela 1ª vez em 2006.
E depois, outras tantas vezes.
Só que hoje eu acho que peguei o it, a textura, o ritmo, a palavra do filme!
Digo isso pois eu ficava que nem uma besta a cada piscar de olho do Marlon Brando. GENTE, se me permitirem um comentário idiota, por favor, me expliquem como eu não achava esse cara lindíssimo?!
O filme é uma adaptação de Tenesse Williams, da peça homômina. Os três principais já aturam nos mesmo personagens em montagens teatrais. E há um que de teatro no filme, não sei porque, acho o cenário da casa deles muito artístico, não que no cinema não existe cenários ótimos, mas sei lá!
De qualquer forma, aquela casa marca, parece onipresente e reflexo daquelas vidas desordenadas.
Eu vejo o Stanley (Marlon Brando) uma cara mal. Ok, maniqueísmos são falhos, eu sei. Talvez, ele somente não havia se sensibilizado com Blanche, que chegou mudando tudo, provocando. Ela era a desordem, ela tinha que tirá-la de lá.
Mas a vida de Stanley, Blanche e Stella é meio desordenada e regada a muita(s) paixões. E é claro que essa coisa de paixão, amor, sexo mexe completamente com a vida deles.
Acho que eu tenho algum problema com os filmes adaptados de Tennesse. Já assisti Gata em teto de zinco quente e vejo agora, que também não entrei muito na vibe do filme. Será o próximo a ser assistido! Liz Taylor, sempre, né!
Senhor, aquela cena em que Stanley está molhado, meio bêbado, com a blusa rasgada gritando alucinadamente o nome da mulher é de mexer com qualquer um! Ai!



Clique aqui para obter mais info sobre o filme (adorocinema.com)

Assistam, o filme é ótimo! Mesmo! =)

Abraços da Marina.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Distante Nós Vamos.



Eu acho que tudo no cinema está relacionado. A luz combina com o roteiro; o cenário combina com a roupa; a fotografia combina com o ator; a história combina com a vida. Essa última combinação cabe muito bem com Distante nós vamos, de Sam Mendes,que está no Festival do Rio e que em dezembro, se não me engano, entrará em cartaz.
O filme é engraçado. Mais um prova da grandiosidade do cinema, em que rir pode vir acompanhando de uma boa reflexão. O filme é romântico, sem ser clichê e é jovem, sem ser idiota. Pois todos os personagens, principalmente o casal principal, estão em uma procura, no caso deles, do melhor lugar para seus filhos, uma nova vida, para os três.
No caminho, eles encontram os tipos mais estranhos de famílias, mostrando para nós que não há uma fórmula perfeita na construção de uma família, mas há sim, algo muito forte: o amor entre os dois e a vontade de criar esse filho que vão acabar por conduzi-los até o seu verdadeiro lar.
E pra completar o que já era perfeito: as músicas, a fotografia, os atores, os diálogos, a direção e etc são ótimos!

É lógico que o filme é muito mais do que esse pouquinho que eu falei.
Vale muito assisti-lo e eu conto os dias para este filme estar mais uma vez por aqui!

domingo, 19 de julho de 2009

Harry Potter, Mika, Clara, Victor, Vovó e eu.

Olá queridos!
Antes, que gostaria de me desculpar pelos posts anteriores, que eu sei, foram idiotas e desinteressantes.
Vamos ao primeiro assunto: Harry Potter e o Enigma do Príncipe.
Eu assisti na quinta-feira com meu amiguinho Victinho, ansiosa, mas não retardada como antigamente. Qual a sensação que ficou? Nossa, o filme é muito bom, legal mesmo!
Eu quase não lembro do livro, só o li uma vez. Mas acho que isso não prejudica na minha visão do filme, até porque, eu consegui entender a história, não de maneira profunda, mas pelo menos não me senti perdida, como vinha acontecendo nos filmes anteriores.
Deixemos o livro de lado. Foi ótimo ver de novo quadribol, Hagrid, aulas... mesmo que de forma rápida, muitos elementos do mundo mágico reapareceram, sei lá, é como se eu realmente estivesse assistindo Harry Potter e não uma imitação.
Posso fazer um comentário particular e pessoal meu? Claro que eu posso! Me explica o que é o Snape? Eu não posso com ele, na verdade, não posso com o Alan Rickman, me arrebata Senhor! Eu não sei se foi alucinação minha, mas acho que disse um dia que ele não provocava mais nada em mim. HA! Mentira! Nem que fosse uma dor de barriga...
Na verdade, o que me incomoda nos filmes do Harry é a falta de ligação entre os fatos, a partir do Prisioneiro de Azkaban. Mas nesse filme, isso não incomodou tanto.
Eu não posso continuar falando sem entregar partes do filme e amanhã eu verei de novo com a minha mãe, então posso falar melhor em outro post.
Continuando no assunto Harry Potter, no sábado passando eu estava me preparando para a estréia. Assisti a Ordem da Fênix e, como é de praxe, fiz umas analises sem noção nesta cabeça que é minha. Para quem não assistiu, não se incomode que eu não vou dedurar todo filme e para quem viu entenderá melhor (ou não) o que quero dizer. Sabe a luta do Dumbledore e Voldemort? Ok. Dumby (para os íntimos) é um dos maiores bruxos e qualquer um tem uma mínima admiração por ele. É um cara muito inteligente e de grandes conhecimentos de magia, muito bem expostos nesta sequencia a que me refiro. Voldemort também é sagaz, mas foi cambiar para o lado negro da força. Pois bem, o que eu quero dizer com essa viagem toda?
Na nossa vida, aqui na Terra, no Brasil aonde for, infelizmente, não temos varinhas para nos defender dos "bruxos das trevas" nem capas de invisibilidade para entrarmos em lugares estranhos. Não quero dizer entretanto, que os personagens de Harry Potter são superpoderosos e é isso uma das coisas mais interessantes da série. Eles sofrem, eles mudam, são demasiadamente humanos.
Tirando a magia, tanto lá como aqui, é tão necessário ouvir as pessoas e si mesmo, saber do mundo, saber muito do que você pretende fazer, saber o que fazer, pensar rápido, enfim, construir-se da maneira que cada uma acha melhor para si e porque não, de uma forma bem leve, para os outros, para manter uma convivência amigável. Os nossos poderes estão nas palavras, nas ações, nos pensamentos e sentimentos.
Por que sempre depois que eu escrevo eu fico com uma sensação tipo: "Hã? Que?".
Não responda.

Quem conhece o Mika?! EEEEEEEUUUUU!!! Tenho ouvido compulsivamente, alucinadamente e felicíssima! As músicas são sem nexo, mas quem quer sentido demais, acaba sentindo de menos! HAHAHAH! Que podre! Esses são os efeitos colaterais de se ouvir Mika, junto com a alegria de se viver! Acessem o blog do Victor (Viva Loucura) e vejam o clipe dele!

O mais eu posso dizer? Ah, estou de férias, 2 na escola e 1 no curso. Estou estudando que nem uma porca, agora pra valer, apesar de estar enrolando como agora, mas faz parte, não?

Tá é isso gente.
Obrigada!
Bjos!

sábado, 23 de maio de 2009

Mudança de Hábito.


Ai gente, esse filme é maravilhoso!
Acho que de amanhã ele não escapa, tenho que assistir!
É um dos símbolos da sessão da tarde (dane-se o fato dele ter sido vendido para outras emissoras. Um dia estava passando de noite. É.)
Deixo vcs com o youtubematasaudades do final do filme:



PS: Acho que nunca assisti Mudança de Hábito 2.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Dias felizes com Amelie Poulain!

Linda!
Pq foi um momento de paz, no intervalo das aulas, ouvir a trilha sonora lindíssima de Yan Tiersen... Tenho que assitir esse filme hoje, sim, sim e dane-se o vestibular! =)

domingo, 8 de março de 2009

Divã.

Comprei por esses dias um livro lindo, que procurava há tempos: Divã, de Martha Medeiros.
É gostoso de ler, o ritmo é viciante, é tudo tão vivo que você entra no mundo de Mercedes e através das palavras dela, você conhece cada pessoa, cada sentimento como se você fosse um pouco daquilo sobre o que ela fala.
Parei de se crítica, leiam o livro, é maravilhoso!
Agradeço aos que leram e comentaram no meu último post. Tem me ajudado a perceber o que eu escrevo a partir do que vocês interpretaram.
Cantar Margareth Menezes, Maysa e Ivete Sangalo e outros arrasta-pés tem surtido ótimos efeitos! Estou feliz, com vontade de estar apaixonada, com ânimo pra estudar e sem vontade alguma de comprar e comer compulsivamente. Bem, eu comi chocolate igual a uma alucinada, mas foi só. Livre, livre, livre!
Este é o cartaz do filme Divã, que vai estreiar em 17 de abril. Vai ser bom, vai ser bom, vai ser bom... Vamos esperar que sim!

"TO NA VIBE! TO NA VIBE!"

Muitos beijos! Ótimo domingo!